top of page

Quando o que
foi feito nunca
parece suficiente

Trabalhar muito.

​

Resolver, ajustar, segurar o que precisa ser segurado.

O negócio anda.

​

Mesmo assim, fica a sensação de que algo ainda está faltando.

​

O olhar vai direto para o próximo problema, a próxima pendência, o que não deu certo.
O que já foi feito passa rápido e quase não conta.

​

Com o tempo, isso vira rotina.
Trabalha-se muito, mas a sensação de avanço não acompanha.

​​

Há movimento, mas não chegada.

​

Esse padrão não nasce de desinteresse.
Se forma quando a atenção fica sempre voltada para evitar que algo falhe.

​

O que falta pesa mais do que o que já foi construído.

​​​

O custo aparece aos poucos.
Dificuldade de reconhecer o próprio trabalho.
Pouca satisfação.
Sensação constante de estar em atraso.

​

Perceber isso não é sobre mudar agora.
É notar como o olhar vem sendo usado.

​​

—​​

​

Uma pergunta para acompanhar​

Em que momento o que você faz deixa de parecer suficiente?​​

​

Se isso gerar algum desconforto, tudo bem.

Perceber vem antes de reorganizar.

​​​​​​

​​​

← Voltar aos textos​

​​​​​​​​

​

← Voltar ao lab​​​​​​​​​​​

bottom of page